
Yaris Cross Flex XRX (Foto: Divulgação/Toyota)
Por R$ 11.000 a menos no preço sugerido, na versão de topo, o Yaris Cross tem desempenho um pouco inferior à versão híbrida. Além do mesmo visual, que inclui teto solar panorâmico fixo, oferece bons materiais de acabamento, central multimídia de 10,1 pol. com Android Auto e Apple CarPlay e carregador por indução. Rodas de 18 pol. Falta o ajuste elétrico do banco do motorista. Garantia Toyota de 10 anos (cinco anos iniciais e mais cinco com revisões na rede da fabricante).
Tanto a versão flex quanto a híbrida flex dispõe do freio de estacionamento eletromecânico de imobilização e liberação automáticas nas paradas (auto-hold), dispositivo de série muito útil no para-e-anda do trânsito que todo carro com câmbio automático (no caso, um CVT de sete marchas) deveria oferecer.
Motor flex entrega 110 cv (G)/122 cv (E); 14,3 kgf·m (G)/15,3 kgf·m (E). Esses valores são inferiores à versão híbrida flex, antes avaliada em primeiras impressões também no Autódromo Capuava: 91 cv (G ou E) e 12,3 kgf·m (G ou E); motor elétrico, 80 cv/14,4 kgf·m; potência e torque combinados, 111 cv/15,3 kgf·m. Ao contrário do observado no híbrido flex, a versão apenas flex é mais silenciosa.
A Toyota não informou dados de desempenho de nenhum dos dois modelos. Todavia, a aceleração do híbrido é um pouco melhor em razão da ajuda do motor elétrico. Além disso, o flex convencional perde em consumo de combustível para o híbrido no uso urbano e rodoviário de acordo com o padrão Inmetro. Entretanto, o Yaris Cross Flex tem tanque de combustível maior (42 litros contra 36 litros do híbrido). E assim, no alcance, um perde e outro ganha. Flex vai melhor no uso rodoviário e o híbrido, no uso urbano, com etanol ou gasolina.
Preço: R$ 178.990.
