Arão após marcar contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro (Foto: Alexandre Vidal / Marcelo Cortes / Flamengo)
O texto a seguir é apenas uma reflexão proposta pelo autor.
Não venho aqui fazer crítica alguma ou rotular sobre como se deve comemorar um gol; mas estive pensando sobre esse assunto ao longo dessa semana e acredito que cabe uma reflexão.
O gol sempre foi visto como o ponto máximo de alegria do futebol. É claro, há um misto de emoções, mas a felicidade predomina.
E numa rápida comparação, percebi que antigamente os gols (inclusive os mais decisivos) eram comemorados com enormes sorrisos nos rostos. Já hoje, a maioria dessas celebrações são marcadas por muita vibração – até aparentam estarem bravos.
Pepê deixou tudo igual contra o Flamengo, no duelo de ida da semifinal da Libertadores (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
Achei bem curioso.
Como eu disse, é um misto de emoções, uma explosão de sentimentos.
Cada um deve comemorar da forma que bem quiser. O importante, realmente, é celebrar.