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Fórmula 1 de volta à Globo: como a maior vitrine do automobilismo brasileiro reaproxima o público do esporte

por Portal Carsughi 10/04/2026
por Portal Carsughi 10/04/2026
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Formula 1

Foto: Jonathan Borba/Pexels

A Fórmula 1 voltou para a Globo. Após passagem recente por outra emissora, a categoria mais importante do automobilismo mundial voltou à maior vitrine do automobilismo brasilero, com 15 das 24 corridas transmitidas ao vivo, cobertura completa no Sportv e streaming pelo Globoplay. A jornalista Mariana Becker retorna como comentarista, trazendo a credibilidade e o tom que o público brasileiro associa à F1 desde sempre.

Com esse maior alcance, a Fórmula 1 volta a fazer parte da rotina de milhões de espectadores. Isso amplia o interesse pelo esporte e ainda aproxima novos públicos da categoria. Esse aumento de visibilidade também influencia o mercado de apostas na Fórmula 1, que tende a crescer conforme o engajamento do público com a categoria se intensifica.

O “Efeito Globo” na popularização da Fórmula 1

A equação é simples. A Globo é a maior emissora da América Latina. Quando ela transmite um esporte, o alcance muda de ordem de grandeza. A F1, que nos últimos anos já vinha sendo exibida em TV aberta, mas com alcance mais limitado, agora passa a contar com a estrutura e o alcance da Globo, chegando a ainda mais brasileiros nos domingos de corrida.

É o mesmo fenômeno que acontece com o futebol durante a Copa do Mundo ou com o UFC quando uma luta de grande repercussão é transmitida em TV aberta. A exposição gera conhecimento, o conhecimento gera opinião, e a opinião gera palpite.

Com a F1 na Globo, o público brasileiro passa a ter acesso a informações em tempo real durante a corrida, como estratégias de pit stop, condições de pneu, gestão de energia, posições em disputa… Tudo narrado e analisado por profissionais que traduzem a complexidade técnica em linguagem acessível.

Gabriel Bortoleto: o nome que conecta o Brasil à F1

Não é coincidência que a volta da F1 à Globo aconteça justamente quando o Brasil tem um piloto para torcer. Gabriel Bortoleto, de 21 anos, está em sua segunda temporada na categoria, agora pilotando pela Audi (ex-Sauber) ao lado de Nico Hülkenberg. Em 2025, ele recolocou o Brasil na F1 depois de oito anos sem representantes, somando 19 pontos em sua temporada de estreia.

Bortoleto é o gatilho emocional que faltava. Sua trajetória contribui para reaproximar o público brasileiro da Fórmula 1, criando identificação e ampliando o interesse pelas corridas. Momentos como boas classificações, disputas diretas e performances de destaque ganham ainda mais relevância quando há um representante nacional envolvido.

A Audi é uma equipe em construção, com motor próprio em sua primeira temporada. Não é candidata ao título, mas os momentos de destaque de Bortoleto — uma classificação inesperada no Q3, uma ultrapassagem ousada, uma defesa de posição — são exatamente o tipo de conteúdo que a Globo transforma em narrativa.

Como a transmissão em TV aberta muda a experiência do público

A diferença entre assistir a uma corrida no streaming e assistir na Globo não é só de plataforma, é de experiência. A Globo constrói narrativa. Contextualiza rivalidades. Explica estratégias. Mostra replays de ultrapassagens com análise tática. Faz o telespectador entender por que a Mercedes está dominando, por que a Red Bull está sofrendo, por que Antonelli é o líder mais jovem da história.

Esse tipo de abordagem contribui para formar um público mais engajado e informado, capaz de acompanhar não apenas os resultados, mas também os detalhes que definem cada corrida. Elementos como estratégias de pit stop, gestão de pneus e desempenho dos carros passam a fazer parte da experiência do espectador.

Quando a transmissão mostra que Antonelli dominou o GP do Japão com gestão superior de energia, o telespectador entende que esse jovem de 19 anos não está liderando o campeonato por acaso, mas sim como resultado de desempenho consistente e leitura estratégica das corridas.

O novo regulamento e a narrativa perfeita para a TV

O novo regulamento técnico de 2026 veio sob medida para a narrativa televisiva. Os novos modos de corrida — Boost, Overtake Mode e Recharge — são visuais, intuitivos e fáceis de explicar para o público geral. A Globo pode mostrar em tempo real quando um piloto ativa o boost para tentar uma ultrapassagem, quando a bateria está acabando e o carro perde velocidade na reta, quando a estratégia de energia define quem ultrapassa e quem é ultrapassado.

Com isso, a transmissão consegue destacar, em tempo real, decisões estratégicas e momentos-chave das corridas, aproximando o espectador da complexidade do esporte. O vencedor da corrida não é só “quem tem o carro mais rápido”, é quem gerencia melhor a energia, quem acerta a estratégia de pit stop, quem usa o Overtake Mode no momento certo.

E os números do início da temporada reforçam a imprevisibilidade que torna as apostas esportivas interessantes. A Mercedes lidera com 135 pontos no campeonato de construtores, mas a Ferrari (90) está se aproximando. A McLaren (56) se recuperou depois de um começo desastroso. A Red Bull (16) é uma sombra do que foi. São histórias que a Globo narra semana a semana.

Os mercados de F1 na BetMGM

A BetMGM oferece cobertura completa da Fórmula 1 2026 com mercados de curto e longo prazo. Na aba de Fórmula 1, o apostador encontra quatro categorias principais: Grand Prix (com Vencedor, Construtor Vencedor e Top 3 para cada corrida), Vencedor da Temporada (Campeonato de Pilotos), Temporada — Times (Campeonato de Construtores) e Temporada — Piloto vs Piloto (head-to-head entre companheiros de equipe). São mercados que acompanham o ritmo da temporada e que ganham ainda mais sentido quando o apostador tem acesso à informação de qualidade que a cobertura da F1 em TV aberta proporciona.

Com a Fórmula 1 de volta à maior vitrine do país, o automobilismo deixou de ser um nicho para apostadores especializados e virou um esporte acessível para milhões de brasileiros que, pela primeira vez, podem combinar a emoção de assistir a uma corrida ao vivo com a estratégia de apostar em quem vai cruzar a linha de chegada primeiro.

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Claudio Carsughi é jornalista, comentarista e crítico de Fórmula 1, de futebol e da indústria automobilística. Atua nesses segmentos há mais de 50 anos.

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