
Projeção do VW Tukan (Foto: Reprodução/KDesign AG)
A informação chega em conta-gotas. De acordo com a fabricante alemã, trata-se do primeiro modelo híbrido flex básico produzido no Brasil com a marca VW. Contudo, nada adiantou se utilizará bateria de 12 V ou 48 V. Muito menos o porte da picape, embora tenha confirmado que o índice de conteúdo local será de 76%. Chegará às concessionárias apenas em 2027 e tudo indica no primeiro trimestre. Lançamento está previsto para o último trimestre deste ano. Terá a companhia da nova Amarok produzida na Argentina. Tukan, fabricada em São José dos Pinhais (PR), trará de volta o amarelo que esteve na paleta de cores de vários produtos da marca desde o Fusca, na década de 1970.
Claro, que isso provoca investigações, especulações e já se sabe pelo menos o seu porte, pois terá a mesma arquitetura do T-Cross. Haverá versão de entrada, cabine simples, voltado ao uso comercial preponderante, sucessora da Saveiro e suspensão traseira por molas semielípticas, como a Strada (ainda desconhecido o tipo de mola, se em feixe ou parabólica). Tukan também terá cabine dupla e tamanho muito próximo (algumas fontes informam dimensões praticamente iguais) da Toro, inclusive com molas helicoidais na suspensão traseira. Neste porte outras concorrentes seriam Maverick, Rampage e futura Niagara, da Renault. Montana é menor na distância entre eixos, apesar de volume razoável na caçamba.
Tukan será um produto inteiramente desenvolvido pela engenharia brasileira da marca de Wolfsburg. Versões de topo receberão rodas de liga leve, no mínimo de aro de 18 pol. e interior com materiais de melhor aspecto. Além do conhecido três-cilindros, turbo de 1 L e 128 cv com etanol, caberá aos modelos de maior preço a estreia do híbrido flex de quatro-cilindros, turbo, 1,4 L e provável potência maior que os atuais 150 cv (etanol) com bateria de 48 V. Consumo de combustível menor está garantido. Distância entre eixos deverá chegar, segundo especulações, aos três metros, ou seja, apenas 1 cm superior à Toro.
