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Fórmula 1Industria Automobilistica

F1 2026: ano novo, regras novas. Favoritos novos também?

por Roberto Takaki 28/02/2026
por Roberto Takaki 28/02/2026
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F1 Testes Bahrein 2026

Testes pré-temporada da F1 no Bahrein (Foto: Reprodução/F1.com)

Daqui 2 semanas começa a temporada 2026 da Fórmula 1, que promete ser a mais emocionante dos últimos 10 anos, com novas regras e carros totalmente diferentes. Para o torcedor, isso é um prato cheio para ver mais disputas na pista envolvendo diferentes pilotos e equipes na luta pelo título, e a julgar pelos resultados vistos nos testes pré-temporada encerrados na última sexta-feira no Bahrein poderemos ter surpresas neste ano!

Apesar de ainda ser um pouco cedo para cravar um prognóstico mais certeiro, o fato de Charles Leclerc ter marcado o melhor tempo nas últimas sessões de testes já é uma ótima notícia por si só. Primeiro, porque mostra a evolução técnica de um time que no ano passado se arrastava na pista em comparação ao desempenho muito superior da McLaren e da Red Bull. Segundo, porque sinaliza um bom início de temporada para um piloto que foi adversário direto de Verstappen na F3 europeia em 2014 mas que, por vontade do destino, acabou demorando 3 anos a mais do que o holandês para entrar na F1 e até agora nunca chegou a ter em mãos um carro que lhe desse chances reais de disputar o título. Terceiro, porque mostra que o piloto monegasco está mais veloz do que seu companheiro de equipe heptacampeão Lewis Hamilton, parecendo ter se adaptado mais rápido ao novo carro do que ele.

Outra grata surpresa foi a resistência e a consistência mostradas pela Mercedes, que deu mais de 4 mil voltas no circuito de Sakhir e terminou entre as 4 primeiras. Assim como Leclerc, quem sabe George Russell talvez possa finalmente passar de piloto promissor a campeão em 2026; marcou tempos equivalentes a Lando Norris da McLaren, que sempre se manteve entre os 3 primeiros em todas as sessões de testes e que em teoria tem o melhor equipamento e é novamente candidato ao título.

Obviamente também não podemos deixar Max Verstappen de fora dessa lista – o cara que por muito pouco não engatou um 5º título seguido no ano passado apesar de seu equipamento, mas que consegue tirar a diferença “no braço”. Ele marcou o terceiro melhor tempo no último dia de testes porém mais de 1 segundo atrás da Ferrari de Leclerc; mas não podemos esquecer que a Red Bull é mestra em esconder o jogo até a temporada começar para valer; então por enquanto não dá para ter certeza do seu verdadeiro desempenho.

Carros menores e mais leves

F1 Testes Bahrein 2026

Lateral dos carros da F1 2026 nos testes no Bahrein (Foto: Reprodução/Twitter @F1)

Em termos de tamanho, pode-se dizer que nos últimos 20 anos os carros de F1 se transformaram em verdadeiros “trambolhos” se comparados aos carros muito menores que existiam até o início dos anos 2000 – a McLaren de 2025 de Norris parece gigantesca se colocada ao lado da última McLaren pilotada por Ayrton Senna em 1993.

Com o objetivo de diminuir o arrasto aerodinâmico e promover mais ultrapassagens, a FIA decidiu reduzir a largura e a distância entre-eixos dos carros para 2026. Alguns pilotos não gostaram, mas aqueles que são bons em pistas travadas cheias de curvas estreitas vão se dar bem ao volante desses bólidos menores e cerca de 30 kg mais leves do que os do ano passado. Além disso, os pneus ficaram mais estreitos, mudou a forma do assoalho e do difusor de ar. Isso vai diminuir a aderência e gerar menor pressão aerodinâmica, consequentemente tende a privilegiar a habilidade dos pilotos na condução e também no acerto dos carros.

Asas dianteira e traseira móveis (“Active Aero”)

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Um post compartilhado por FORMULA 1® (@f1)

Em 2026 não haverá mais o DRS para as ultrapassagens; ele dará lugar ao “Active Aero”, um sistema pelo qual o piloto consegue mexer na regulagem aerodinâmica das asas dianteira e traseira de dentro do cockpit a fim de aumentar ou diminuir o arrasto de acordo com cada situação na pista. Caberá a ele decidir quando utilizar esse recurso, sendo que é quase certo que seu acionamento será atrelado à energia da bateria. Em outras palavras, se o Active Aero não for inteligentemente utilizado e/ou a carga da bateria estiver baixa, o piloto poderá ficar sem o sistema quando mais precisar. Portanto, está aí mais um ingrediente para acrescentar emoção ao campeonato que está prestes a começar.

Um detalhe importante: haverá posições de regulagem e ajustes pré-definidos pela FIA, que fiscalizará se o sistema de cada equipe está em conformidade com o regulamento. Este também irá determinar em quais situações e condições ele poderá ser utilizado na pista (pontos de ultrapassagem, quantidade e duração dos acionamentos, etc).

MGU-K, MGU-H e Turbo

Gabriel Bortoleto - Testes Bahrein F1 2026

O brasileiro Gabriel Bortoleto nos testes no Bahrein (Foto: Reprodução/Twitter @F1)

Talvez a maior mudança para 2026 na F1 seja no sistema de geração de potência e recuperação de energia elétrica da bateria. Até o ano passado, 80% da potência total entregue (entre 900 a 1.000 cavalos) provinha do motor a combustão e cerca de 20% do motor elétrico (MGU-K, ou Motor Generator Unit – Kinetic) alimentado pela bateria que por sua vez era recarregada tanto nas frenagens do carro como também pelo MGU-H (Motor Generator Unit – Heat), que era uma espécie de gerador que convertia o calor do turbocompressor em energia elétrica adicional para recarregar a bateria.

A partir deste ano não existirá mais o MGU-H, o que significa que a recarga da bateria passará a depender exclusivamente do sistema MGU-K que, por sua vez, em 2026 passará a responder pela geração de quase metade dos cerca de 1.000 cavalos de potência total. Ou seja, se o piloto não souber gerenciar adequadamente a energia da bateria ao longo da corrida, o nível de carga dela pode ficar baixo demais justamente em momentos críticos em que ele precisa da potência elétrica máxima, como por exemplo em uma ultrapassagem ou numa saída de curva. Se isso ocorrer, o carro só vai poder contar com os cerca de 500 cavalos de potência do motor a combustão e talvez muito pouca coisa adicional proveniente do sistema MGU-K.

Essa mudança tende a valorizar a inteligência do piloto no uso e recarregamento de energia da bateria, principalmente em pistas com trechos longos em reta (que tendem a gastar muita energia elétrica) e poucos pontos de frenagem (momento em que a bateria é recarregada). Emoção garantida em Monza, Azerbaijão e Spa-Francorchamps!

Combustível 100% sustentável

Testes F1 Bahrein 2026

Foto: Reprodução/Twitter @F1

Até ano passado boa parte do combustível tinha origem fóssil e apenas uma menor parte dele precisava vir de fontes sustentáveis. Mas a partir de 2026, a FIA passa a obrigar todas as equipes a utilizar combustível totalmente proveniente de biomassa (resíduos agrícolas, lixo orgânico), combustível sintético, ou produzido a partir da captura de gás carbônico combinadamente com hidrogênio verde. Neste último caso, pode-se dizer que trata-se de um balanço neutro pois ocorre a queima de um carbono que já foi capturado da atmosfera anteriormente (ou seja, praticamente não há emissão adicional).

Além de ser uma excelente novidade do ponto de vista ambiental, essa mudança pode mexer no equilíbrio de forças entre as equipes consideradas favoritas ao título. Isso porque vai largar na frente o fabricante de combustível que obtiver a melhor eficiência de combustão considerando todos os parâmetros controlados pela FIA, como poder calorífico por litro, densidade do combustível e velocidade da queima. A temperatura e a quantidade de ar consumido na combustão também influenciarão diretamente o desempenho dos motores, portanto não é de se duvidar que determinada equipe comece o ano vencendo mas depois seja superada por outra que conseguiu desenvolver um combustível de rendimento superior no decorrer da temporada.

Os favoritos ao título

Norris, Verstappen e Russell

Norris, Verstappen e Russell (Fotos: Reprodução/Twitter @F1)

Os pilotos das equipes grandes e vencedoras dos últimos anos costumam ser considerados como favoritos no início de cada temporada. Não é preciso ser nenhum expert para apontar Norris, Piastri, Verstappen, Russell, Leclerc e Hamilton como possíveis candidatos ao título deste ano, levando-se em conta também os resultados dos testes pré-temporada.

Mas será que essa regra geral também vale para 2026?

Tendo em vista a quantidade e a qualidade das mudanças nos carros para este ano, talvez seja um pouco cedo para definir com certeza quem serão os pilotos e equipes que vão brigar pelo campeonato. É certo que a estreante Cadillac dificilmente deve vencer alguma das 24 provas da temporada, mas não dá para cravar com a mesma convicção que nosso Gabriel Bortoleto não vai conseguir beliscar um ou dois pódios a depender da evolução do carro da Audi ao longo do ano. Por enquanto isso pode até parecer meio distante, mas eu duvido que no início de 1984 alguém se arriscaria a dizer que naquela temporada o estreante Senna conseguiria subir 3 vezes ao pódio pilotando um carro da modesta Toleman equipada com um desconhecido motor Hart (e também que a McLaren iria faturar 12 das 16 etapas tendo vencido apenas uma corrida no ano anterior).

Outro exemplo: em 2014, última vez em que a F1 passou por mudanças radicais como as de agora, quem seria capaz de prever no início do ano que Hamilton com sua Mercedes conquistaria o título? Vale lembrar que Sebastian Vettel vinha de uma sequência de 4 conquistas consecutivas entre 2010 e 2013 a bordo de sua Red Bull aparentemente imbatível…

Em geral, as equipes maiores e com mais dinheiro tendem a vencer. Porém no ano passado a mais rica de todas (Ferrari) mostrou claramente que essa regra nem sempre se aplica, principalmente quando o regulamento transfere parte da responsabilidade pelo desempenho para o piloto ao promover mudanças tão significativas (e com impactos ainda imprevisíveis) como em 2026.

Vencerá a equipe que conseguir equilibrar melhor todas as variáveis dessa equação complexa simultaneamente: inteligência do piloto (Nelson Piquet se daria bem aqui), gerenciamento de energia, queima eficiente de combustível, soluções aerodinâmicas e sua correta utilização ao longo das corridas.

A partir do dia 8 de março em Melbourne ficará mais claro se este deverá ser um ano de regra geral ou de exceção à regra… Veremos.

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Roberto Takaki

Roberto Takaki é administrador de empresas e advogado. Apaixonado por carros e por automobilismo, acompanha o mercado automotivo há décadas, a história e a evolução dos modelos de cada montadora no Brasil e em outros países. Gosta muito de automóveis antigos e tem como hobby a reforma e comercialização desse tipo de veículo. Também adora ler, escrever, viajar e colecionar itens ligados à história da Fórmula 1.

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Claudio Carsughi é jornalista, comentarista e crítico de Fórmula 1, de futebol e da indústria automobilística. Atua nesses segmentos há mais de 50 anos.

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