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FiatIndustria Automobilistica

Fiat 600e na Itália: a experiência real de viajar com um carro elétrico em outro país

por Claudia Carsughi 27/01/2026
por Claudia Carsughi 27/01/2026
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Fiat 600e

Fiat 600e (Foto: Gabriella Carsughi/Portal Carsughi)

Carro elétrico ainda é um assunto que divide opiniões, visto os números de venda dos carros dessa categoria serem bem menores que dos carros híbridos. Estive recentemente na Itália a bordo de uma Fiat 600e, a versão elétrica, e vim relatar minha experiência.

A princípio, havíamos pedido um carro híbrido para podermos viajar com mais tranquilidade, mas o carro que a Fiat nos emprestou era esse e precisávamos encarar esse desafio. O primeiro ponto foi entender qual era a autonomia real do carro. O painel indicava cerca de 380 km, mas como sou muito prudente, não confiei totalmente nessa informação, até porque estava muito frio e o consumo do carro elétrico muda frente a algumas variáveis e o frio é uma delas.

Nosso primeiro trajeto era fazer de Roma a Florença, cerca de 300 km. Teoricamente daria para ser feito com folga, mas a realidade é que não foi possível sem parar para uma recarga com pouco mais de 200 km rodados.

Procuramos antes qual aplicativo de mapeamento de pontos de recarga existia e achamos o Plenitude On The Road, da Rede Eni, e já havíamos programado fazer uma parada no meio do trajeto para recarga. As autoestradas trazem informações nas placas antes de chegar aos postos, dizendo se aquele ponto de conveniência tem carregamento elétrico. Adentrando o posto, me surpreendi com a quantidade de vagas para carregar, cerca de 8, e vi que a carga oferecida era a ultrarrápida de 300 kW, com custo de 85 centavos de Euro por kWh. Nas cidades, o custo do carregamento lento de 22 kW girava em torno de 65 centavos de Euro.

Fiat 600e

Informações de carregamento no ponto de recarga Free To X na estrada (Foto: Gabriella Carsughi/Portal Carsughi)

O importante nesse caso é entender qual o limite aceito de carga pela bateria, pois é isso que determina o tempo de carregamento e no nosso caso era de até 100 kW, sendo que a bateria desse modelo tem capacidade de 54 kWh. Assim, nos pontos de conveniência das autoestradas, demoramos cerca de 50 minutos para carregar de 35% a 95% e prosseguir a viagem. Considerando o valor dos carregadores ultrarrápidos, o custo de uma carga completa se aproxima dos 50 euros. Para efeito de comparação, a versão híbrida que havíamos dirigido um ano antes e que havia cerca de 700 km de autonomia teve o custo de 75 euros para um tanque de gasolina completo.

O Fiat 600e é muito confortável, com bancos em couro e com aquecimento. O volante tem uma boa empunhadura, com material soft touch. O habitáculo conta com ar condicionado digital, botão de partida, espelho retrovisor eletrocrômico e muitos outros features, mas um dos que mais gosto é o acendimento automático do farol alto quando não existem outros carros no campo de visão das câmeras e sensores – seja carro vindo no sentido contrário ou na mesma pista.

Fiat 600e

Fiat 600e (Foto: Gabriella Carsughi/Portal Carsughi)

Isso faz parte do pacote de segurança (ADAS) que nesse caso é de nível 2, tendo também piloto automático adaptativo com sensor de permanência em faixa, frenagem autônoma de emergência, câmera 360 graus, entre outros. Gostei muito da suspensão do carro, MacPherson na frente e com eixo de torção com barra na traseira, absorve bem os impactos sem passar para a cabine.

As rodas são aro 18 nessa versão especial que usamos chamada “La Prima” e o porta-malas de 360 litros acomoda bem as bagagens para dois passageiros com malas médias, além de ter abertura elétrica.

Fora 15 dias com a Fiat 600e e correu tudo muito bem. Apesar do híbrido ainda trazer mais liberdade por conta da maior autonomia, a gente se acostuma logo a programar as saídas, calcular as distâncias e usufruir do que o carro elétrico entrega de melhor: o arranque, que possibilita tranquilas ultrapassagens.

Depois dessa experiência, meu conceito sobre o carro elétrico mudou um pouco. Deixei de lado as restrições que tinha e gostei bastante da experiência. Lembrando que tudo deu certo porque a Itália tem um rede bem desenvolvida para carregamento. A depender disso em outros países, talvez minha opinião poderia ser diferente.

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Claudia Carsughi

Claudia é Psicóloga por formação e atua no Jornalismo há mais de 20 anos. Filha do Claudio, resolveu dar continuidade à sua brilhante carreira alimentando as colunas de Automobilismo do Portal.

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Claudio Carsughi é jornalista, comentarista e crítico de Fórmula 1, de futebol e da indústria automobilística. Atua nesses segmentos há mais de 50 anos.

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