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Copa do MundoFutebol

Brasil 2 x 0 Sérvia. Por que foi tão difícil?

por Paulo Rogério 24/11/2022
por Paulo Rogério 24/11/2022
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Brasil 2 x 0 Sérvia

Getty Images

Brasil 2 x 0 Sérvia foi o reflexo mais justo e cristalino dos primeiros 90 minutos da seleção brasileira na Copa do Mundo do Catar, embora não tenha sido nada fácil de ser construído. E tal dificuldade não se deu por falhas ou problemas no time vencedor, pelo contrário: o Brasil realizou no Lusail uma de suas melhores partidas em 2022, mostrou que tem mais do que 11 jogadores e deu um recado aos críticos, céticos e a 31 seleções que disputam o Mundial: favoritismo se conquista e se prova.

Mas se a seleção brasileira realizou uma de suas melhores partidas, por que precisou de mais de 60 minutos para desencantar? Porque pegou um adversário que joga de uma maneira que irrita equipes técnicas e amantes do futebol, mas nem por isso descumpre alguma regra do esporte bretão: com um time muito forte fisicamente, mas sem muitos talentos individuais, buscou exercer uma marcação bem cerrada, sem deixar espaços e tentando encaixar pelo menos um contra-ataque, principalmente por meio de jogadas aéreas, explorando a estatura dos seus atletas. Se isso não fosse possível, um empate estaria de excelente tamanho.

Empate na estreia em uma Copa do Mundo foi algo que a seleção brasileira desconheceu entre 1982 e 2014. Depois do 1 a 1 com a Suécia, em 1978, outro 1 a 1 em 2018 com a Suíça quebrou a escrita de vitórias. Diante de um adversário que priorizava a marcação, o Brasil até encontrou dificuldades de furar o bloqueio, mas o papo no vestiário mostrou-se bastante produtivo. O time foi outro no segundo tempo, aumentou a intensidade e contou com a estrela de Richarlison, com um gol em um rebote e, o segundo, em um lance antológico, daqueles que merecidamente serão reprisados à exaustão.

Brasil 2 x 0 Sérvia

Simon Stacpoole Getty Images

O jogo

As propostas de jogo de Brasil e Sérvia estavam claras desde o início da partida. Com um time jovem, veloz e habilidoso, a seleção brasileira iria explorar essas características, sabendo que encontraria dificuldades em um adversário completamente fechado. O roteiro da partida foi mostrado desde os primeiros minutos, embora os primeiros segundos tenham sido de baixa velocidade e algum estudo de ambos os lados. Porém, logo o time brasileiro tomou a iniciativa e passou a buscar o gol adversário, parando na tal marcação. Quando o Brasil estava com a bola, a Sérvia armava duas linhas de defesa, uma com cinco jogadores e outra com quatro. O Brasil não encontrava os espaços e tentou, de trás, encaixar uma bola que encontrasse os atacantes. Algumas chegaram a Vinicius Jr, outras a Raphinha e nenhuma a Richarlison, que acabou isolado lá na frente. Raphinha parava nos zagueiros adversários e, Vini Jr, nas mãos do goleiro Savic.

O time brasileiro não mudou para o segundo tempo, mas alterou a maneira de jogar. Aumentou a intensidade e a velocidade ao puxar os ataques. Neymar, em posição mais recuada e distribuindo bolas, acionava jogadores que hoje atuam nas posições que eram dele em outras Copas, mas às vezes o camisa 10 pecava no individualismo.

No entanto, acabou dando certo, pois numa bola que escapou dos seus pés que Vini Jr chutou a gol, o arqueiro rebateu e Richarlison abriu o placar. Pronto, estava desmontado o esquema defensivo da Sérvia. Obrigado a sair para o jogo, o adversário oferecia os espaços que o Brasil precisava. Pelo lado esquerdo, mais livre, saiu o cruzamento que chegou para Richarlison. O camisa 9 dominou, girou e marcou um gol para entrar na história dos mundiais.

Com o jogo dominado, Tite começou a alterar o time. E então veio a outro ponto louvável da equipe. O Brasil não diminuiu a intensidade, pelo contrário. Fred, Rodrygo e Gabriel Jesus, que entraram na segunda etapa, imprimiram maior velocidade e o time brasileiro poderia ter marcado mais. Teve bola na trave mandada por Casemiro e diversas jogadas individuais. A verdade é que o Brasil mereceu a vitória e poderia ter marcado mais.

Raphinha e Vinicius Jr são grandes jogadores, mas sentiram o peso de uma Copa do Mundo. Não foram mal, apenas sentiram. Passada a ansiedade da estreia, merecem a titularidade contra a Suíça. E devem estar mais leves.

O time brasileiro está voando fisicamente. E cheio de vontade.

BrasilCopa do MundoNeymarricharlisonServiaTite
Paulo Rogério

Paulo Rogério é formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Santos e atua no setor automotivo desde 2013. Foi repórter das radios Atlântica e Cacique, de Santos, além dos jornais Expresso Popular e A Tribuna. Foi repórter e editor do Jornal Motor, suplemento automotivo de A Tribuna. É editor-chefe da Revista Auto Aventura, apresentador do podcast homônimo e autor de sete livros.

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Claudio Carsughi é jornalista, comentarista e crítico de Fórmula 1, de futebol e da indústria automobilística. Atua nesses segmentos há mais de 50 anos.

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