(Foto: Conmebol/Divulgação)
Palmeiras e Santos jogam em busca da glória eterna. As duas equipes paulistas fazem, hoje, a final da Libertadores. Essa é a terceira vez na história em que dois clubes brasileiros decidem a competição. A primeira, em 2005, com São Paulo e Atlético-PR, e no ano seguinte, novamente com o tricolor paulista mas diante do Internacional. E hoje acontece o mais emblemático: uma final única, no templo do futebol brasileiro, o Maracanã.
A promessa é de bom jogo e muito equilíbrio. As duas equipes vão a campo com o que têm de melhor. Abel Ferreira deve escalar o Palmeiras com Danilo, Zé Rafael e Raphael Veiga no meio e Gabriel Menino aberto pela direita. É um time mais criativo no meio-de-campo e que vai dar velocidade ao jogo com os passes.
Defensivamente, o Palmeiras precisa tomar cuidado com as jogadas pelos lados do campo. Individualmente, Soteldo e Marinho, se tiverem espaço, farão a diferença para o Santos na partida.
Já Cuca, contará com o retorno de Alisson, recuperado da Covid-19. A dúvida maior é em relação ao posicionamento de Soteldo. Se atuar centralizado, Lucas Braga vai para a esquerda e forma-se, em teoria, um 4-3-3. Se atuar aberto — como gosta —, troca de posição com o garoto e a formação passa a ser um 4-2-4.
Quanto ao aspecto defensivo, o Santos precisa se atentar à defesa alta. O Palmeiras é um time muito forte em jogadas de infiltração. Embora jogue de centroavante, Luiz Adriano é perigoso atuando fora da área. Em um contragolpe bem encaixado, o camisa 10 palmeirense pode matar o jogo — como fez contra o River.
O Palmeiras busca a segunda Libertadores de sua história. O Santos, por sua vez, brigará para ser o brasileiro com mais títulos da competição (quatro).
De todo modo, a história será feita no Maracanã.